Plataforma Industrial: Telemetria de frota e máquinas em escala.
Exercício de arquitetura: CAN bus, GPS e sensores de centenas de máquinas alimentando decisão em tempo real — com rede instável.
Sobre este estudo
Exercício técnico público: como escalaríamos, para uma frota inteira, a engenharia de telemetria que já rodamos em produção em máquinas e veículos individuais.
O desafio
Centenas de máquinas emitindo dados de CAN bus, GPS e sensores continuamente — em campos, estradas e galpões onde a conectividade vai de 4G a nada. O dado precisa virar decisão (manutenção, rota, produtividade) sem afogar a rede nem o banco.
Como projetaríamos
Inteligência na borda: o dispositivo processa o bruto localmente (leitura CAN a dezenas de mensagens por segundo) e transmite eventos e agregados — não o firehose. Buffer local com sincronização resiliente para túneis, zonas mortas e desligamentos; idempotência para retry nunca duplicar leitura.
Arquitetura proposta
Coleta embarcada (a mesma stack dos nossos apps de campo), ingestão por fila com backpressure, banco de séries temporais para telemetria, alertas por regra e por anomalia, e dashboards de operação em tempo real — com o histórico barato de consultar.
Por que conseguimos pensar nisso
CAN bus, GPS, sensores e offline-first não são teoria para nós: é o núcleo do DataGeoPlan (agro, tablets industriais) e do CockPit 219 (telemetria em tempo real). Este estudo é a versão em escala do que já entregamos em unidade.
Seu caso
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